Manifesto do Varejo: uma forma de participação e defesa da democracia
Então, é chegada a hora de mais rodada eleitoral. Que bom! De quatro em quatro anos nos reunimos para renovar as esperanças, clarear as ideias, reafirmar convicções e reformular as velhas certezas. É assim que a nossa Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) encara a maior festa da democracia: como uma oportunidade de evolução.
É por isso que a cada ciclo eleitoral a CNDL, a maior representante do varejo nacional, reúne seus líderes e escuta suas dores, suas sugestões e prepara o Manifesto do Varejo, um documento que elenca as principais demandas do setor de comércio e serviços e, claro, também aponta caminhos quem possam iluminar os futuros dirigentes do país.
Nosso Manifesto começou a ser elaborado em março, quando as mais de duas mil entidades que compõem Sistema CNDL, entre Federações das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDLs), Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs), e o SPC Brasil, se debruçaram sobre os temas que mais afetaram o desenvolvimento do comércio e do serviço no país nos últimos quatro anos.
Foi a partir dessa mobilização que a CNDL elencou oito pontos considerados essenciais para o desenvolvimento do setor: reformulação e simplificação do sistema tributário; modernização das relações de trabalho; crédito e financiamento para os setores de comércio e serviços; apoio à inovação no varejo; aprimoramento dos processos e ações relacionadas a ESG; segurança pública e combate ao comércio ilegal; infraestrutura e logística; digitalização e desburocratização do estado.
Essas reivindicações e sugestões serão entregues aos candidatos a cargos eletivos em todas as esferas de poder. Essa é a forma que o Sistema CNDL entende ser basilar na forma de fazer política e cultuar a democracia.
Em tempos de cartas abertas e manifestações coletivas, reforçamos nosso papel de entidade representativa: garantir a representação dos nossos associados e promover ações junto às instituições públicas e privadas em prol do setor de comércio e serviços, sempre acreditando no diálogo republicano, no Estado de Direito, na firmeza das nossas instituições e na vontade popular, único caminho para garantir um país próspero, justo e livre.
JOSÉ CÉSAR DA COSTA
Presidente da CNDL
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